sábado, 3 de janeiro de 2009

Abortion

Being raped and lack of conditions to raise a child are the most usual excuses that people take to justify an abortion, but a great percentage of those who abort, do it for having not prevented theirselves when having sex, and are too young to due with the responsability of becoming a parent. In spite of in some cases it seeming mercyfull to take this extreme decision, in others it's nothing but murder.
Being raped is the only excuse which's acceptable for justifying an abortion, 'cause having a baby is something that radically changes the life of anyone, and having it without an expontaneous will, and not having the guilt for having it is not fair. Also because children should come from a man and a woman who both agreed with good intentions to have it, and for someone whose father (or mother) is unknown, and the raising parent didn't really want to have him, sure feels unexplainably bad, and could well give charge to a clinical depression and who knows a suicide. What's more, these people also run the risk of being neglected by the raising parent, for a half of their genes comes from an unknown and mentally unhealthy person, and the memory of him/her may mean a great trauma.
About those who are truly guilty for becoming pregnant; they should have their cases examined particularly, but generally speaking, those who have conditions to raise the child should not be allowed to abort it, and also should be monitored by the government, and live under the risk of being fined or arrested if they don't take care of the child. Those who have not the condition to raise the baby should be allowed to abort it, and be sterilyzed right after.
Resuming what've just being said, those who were raped should have the right to abort, those who haven't the condition to raise the child should also have the right to abort, but should be sterilyzed too, and those who have conditions to raise the child shouldn't be allowed to abort, and also should be monitored by the government for checking if they are properly raising the child. That's my opinion.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sermãozinho metafísico

Os egos não passam de borbulhações na superfície plana entre o nada e a infinidade do logos, que emergem e tão brevemente retornam à sua origem. Sendo o logos infinito, tais borbulhações compoem a inifinidade do logos junto com todo o infinito resto do logos além dos egos. Conclue-se, então, que os egos são delimitações temporárias do logos que formam o conjunto infinito das delimitações temporárias do logos que, de fato, não são nada além do logos em si. O que se aproveita disto tudo? Que não há, por exemplo, distinção entre vida e morte; entre sempre e nunca; entre finito e infinito. Que não há razão para a razão e sequer irrazão para a irrazão. Que não há porque nos esforçarmos para entender aquilo não entendemos, pois tudo que deve-se fazer em relação ao que não se faz já esteve feito des de sempre. Façamos, então, aquilo que nos é tangível, apenas. Somos todos deuses supremos de si próprios e não há nada que esteja além de nós mesmos. A realidade de cada um não existe aparte de sua existência em si. Jamais caia cegamente na subjetividade de projetar ao futuro idealizações para a vida ou de nutrir especulações de como o passado poderia ter sido diferente. Todo agora que há de existir existe e sempre existirá. Aprenda a reconhecer e a viver plenamente o seu agora, não dispendiçando-o com adorações a "agoras" imaginários, mas claro, isto tudo caso tais ilusões não o fizerem bem, como é, freqüentemente, entre a maioria. Tomo base pela maioria não a favor de convenções, mas sim visando a única, e por si só já suficientemente justificável "vantagem" exibida pela mesma quando empregada: a maior abrangência. Sendo assim, quanto aos casos a parte, que saiabam interpretar suas próprias verdades, que de uma forma ou outra, serão sempre simétricas a todas as outras.
Sintetizando muito o que foi dito anteriormente e discursando-o de uma forma mais prática e aplicável ao dia-a-dia: caso você se encontre conflitando com algo comprovadamente imutável perante as suas potências, saiba que o conflito encontra-se no seu próprio ponto de vista, e não no objeto de sua queixa. Muitos já ouviram várias vezes e em diversos lugares o mesmo, e de incontáveis formas diferentes, certamente. Apesar de dificilmente concebidas, verdades absolutas são indestrutíveis e onipresentes.

A felicidade; a positividade, seja qual for o seu semblante, é o padrão.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Castration

Não concordo com o sexo. Querendo ou não, ele é sempre polarizado em todas as suas incontáveis vertentes, não excluindo a neutra, que não passa de mais uma polarização. Morro de nojo, mas necessito. O bom subtrai o ruim e o que me resta é a angústia, apenas. Como ser mais claro? Não sei ser homem, não sei ser mulher, não sei ser gay, não sei ser lésbica. Nunca fui nada, senão instavelmente gay. É possivel ser feliz sem o sexo? Se for, mostre-me como. Por favor.


PS.: I'm just kidding. (/brinks)

terça-feira, 25 de novembro de 2008


Imagine que a vida e o mundo fossem perfeitamente exemplificados como um ovo, sendo a vida a gema, e o mundo a clara. O que seria, então, a casca? E quanto ao meio externo?

A sabedoria, algumas loucuras e a morte seriam o martelo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Delikatessen

Hoje na aula fiz 2 poeminhas pensando em meus pais; um para cada um, é claro. Aí vão:

À mon père

Corre, pequeno merecedor.
Deixe que suas lágrimas,
tão densas e viris,
por fim escorram.
Estende teu peito nu ao Sol,
que por gozo nenhum jamais arfou.
Corre nessa praia ensolarada
em direção àquilo que sempre lutou
e, finalmente, pequeno merecedor,
tropece esvaído, gordo e querido
nessa areia quente
e morre, satisfeito, sobre teu mérito.

À ma mère

A primavera brotou
da terra úmida e morna,
cercada por musgos aveludados
e abutres albinos.
Cortavam-lhe as pétalas
rosa salmão, translúcidas
e se quer assistiam as suas delicadezas;
suas raíses tão profundas em si.
A primavera que não dava frutos
viu seus dois, um vingar torto
e o outro florescer azul.
A primavera secou e queimou.

Just updating

Muito do que eu disse no post do dia 28 de Julho não passa de pura inocência. Digo isto por hoje, após quase quatro meses, eu ter percebido o quanto o meu trabalho antigo era ruim, que eu deveria sim ter me preucupado em perder o emprego pelas aulas de redação, pois foi justo o que aconteceu e que meu sonho de mochilar pela europa, apesar de por algum tempo ter parecido tangibilíssimo, hoje já estar bem distante em conta da crise econômica que aumentou o preço do dólar.

Saí do emprego anterior e comecei a trabalhar em uma unidade do KUMON, e este emprego sim, com segurança e experiência, posso afirmar que é PERFEITO. Nele estou sempre aprendendo sobre matemática, português e inglês, pois além de corrigir materiais destas matérias, por trabalhar lá, ganhei um curso de matemática. Lido com crianças e pessoas da minha faixa etária, o que é muito mais confortável. A carga horária é menor que a do emprego anterior (que era das 8:00 ao meio dia, enquanto este é das 8:00 às 11:30), sem dizer que a unidade nunca abre de quarta feira. A unidade é pertinho da minha escola, assim minha mãe pode me levar de carro até lá quando leva meu irmão de manhã na escola, e a orientadora me leva de carro até a escola na hora do almoço. O salário é exatamente igual ao do emprego anterior. E não menos importante, a orientadora, ou seja, minha "chefe": ela é um amor, simplismente.


Mudei de sala, fui para uma muito melhor e estou estudando como nunca!

terça-feira, 30 de setembro de 2008

En savant...

A questão da fé é mais simples do que fazemos com que ela seja.

(Tá aí, bem como introdução ao texto, uma "talves-ironia" que chega a soar cômica após o texto ser lido)

A complexidade da existência sintetiza-se em, digamos hipoteticamente, um anel ou forma de percurso reiniciável, infinito. Cada parte é indispensável para que a forma mantenha-se íntegra, sendo ela jamais moldável, pois não apresenta começo nem fim. Com a ciência passamos, ou podemos passar, a entender "99,9...%" desse anel. Porém, há uma parte dele que nunca conseguiremos entender (o que qualquer um que já tenha vivido pelo menos uns 15 anos já concluiu, não pela lógica, mas experimentalmente); aí que entram as questões existenciais.

É fato que o anel é contínuo; é fato que há algo que preenche esta lacuna, apesar de jamais conseguirmos entendê-la. E então a fé torna-se útil. Ela serve como uma "prótese" que nos permite preencher essa lacuna para que possamos "acreditar que entendemos" a vida por completo.

A felicidade ou plenitude resume-se em entendermos que vivemos em um plano perfeito, infinito. Tal plano constitui-se da nossa percepção de vida, de nossos conhecimentos e incontestavelmente de nossa fé (seja lá qual a sua natureza) - nosso ego. A quantidade de conhecimento é irrelevante, contanto que exista alguma, e a fé é o que "une" as pontas de tudo formando assim um anel perfeito e infinito. Quanto mais conhecimento, maior o diâmetro do nosso anel; maior a nossa plenitude; maior o nosso ego. Mas, sem a fé, esse anel não se consolida; nosso ego não se estabiliza, ou seja, resultando em todo conhecimento (de todas as naturezas), descartável. Aí está o que chamamos de "estado niilista", quando um sujeito desestrutura seu anel. É o que acontece. Diga-se de passagem que não é, filosoficamente dizendo, impossível que esse anel volte-se a se reestruturar, guiado temporariamente pela inércia do fluxo recém rompido. Assim, quanto mais tempo se passa desde o rompimento, a energia inerte vai se dissipando aos poucos, diminuindo a possibilidade de reestruturação.

Enfim, como vêem, a fé representa o vértice onde a vida começa e termina. O real vértice é intangível a nós, porém ele existe e contribue para o contínuo fluxo do anel, indiferentemente do que seja, pois o que importa é sua existência, apesar de que a certeza da existência deste preenchimento da lacuna impreenchível é quase tão necessário quanto o preenchimento em si, para nós, seres questionadores, sempre dependentes de respostas inteligíveis e absolutamente lógicas.

Aqueles que dizem ser ateus não diferem em absolutamente nada dos religiosos. O que fazem é preencher essa lacuna com um "nada substancial", enquanto os outros preenchem com o que quiserem. Se analizarmos de tal forma, veremos que não há razão em acreditar nem em duvidar de crença alguma; o que importa mesmo é ter uma crença para ser capaz de sintonizar-se perfeitamente com a vida.

De um panorama mais abrangente, pode-se dizer que nossa alma resume-se, representativamente, no centro de um anel oriundo da fração inidentificável do anel, que é onipresente, desta forma: na possibilidade da existência de algo como um fluxo infinito de energia configurado na forma de um "oito". Definimos, desta forma, que existem duas formas de ser pleno: uma "imortal" e outra "mortal". Sem conhecimento, não há necessidade de ter-se uma fé, portanto não há "oito", não há vida consciente, apenas a alma em si; o centro. E com a morte, tudo se acaba e a alma transcede para outra encarnação material para que tenha, novamente, a possibilidade de tornar-se um "oito" estável. Com conhecimento, por mais ínfimo que seja, é necessária a fé para que tudo isso coexista harmoniosamente. Sem essa fé, tudo, após a morte, também se acaba. Os animais vivem praticamente pela segunda possibilidade, pois seus organismos não possibilitam uma grande assimilação de conhecimento, redusindo seus "oitos" a quase nada. Nós seres humanos nascemos com uma possibilidade de "oito" muito mais facilmente expandível, sendo nossos organismos bastante capazes de assimilar uma grande quantidade de informação ao longo da vida, evidenciando um aceleramento no crescimento do "oito" ao longo das transcedências evolutivas. Ao deixarmos a fé, desestruturamos nossos "oitos" e reencarnamos, portanto, como a forma de vida mais simples possível; voltamos a estaca zero. Já os que mantêm seus "oitos" sempre crescentes e estáveis, reencarnam em um plano de vida superior.

Os dogmas, costumes e etc de cada religião não passam de "suportes" para nos manter firmes dentro de cada crença, para que não caiamos jamais em "tentação", ou seja, percamos a nossa ferramenta que preenche nosso buraco no compreendimento da vida, o que comprometeria nossa constância, nossa plenitude. ÓBVIAMENTE, existem aqueles que enchergam tal questão de um plano diferente, e se aproveitam dela para manipular os outros por beneficio próprio ou por pura ignorância mesmo, mas aí a questão já muda completamente de figura...

Observação: Não se esqueçam de que absolutamente TUDO pode ser expressado de infinitas maneiras diferentes, portanto, também pode ser interpretado de infinitas outras maneiras diferentes.

Dica: Auto-engano é um pecado. Viagens metafísicas na maionese são sempre desnecessárias e só nos atolam mais fundo na lama da incerteza, quando levadas a sério.