terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

How to spend your time on writting about 'spending time nowadays'. Here it follows:

Hoje em dia, dependendo de onde se vive, a gama de diferentes atividades disponíveis aos jovens, durante grande parte do seu tempo livre, é bastante limitada. Por conta da violência e das grande distâncias enfrentadas em muitas áreas urbanas do país, muitos jovens encontram-se sem saída ao depararem com o tédio, já que se saírem de casa para fazer o que quer que for, correm sempre o risco de serem-lhes cobrado algo além do que o normal: suas vidas, por exemplo, fazendo com que muitos acabem por se renderem à tentativa de saciar seu tédio em suas próprias residências, ou seja, na maioria das vezes, em frente à tv ou ao computador.

A televisão e o computador são considerados, por alguns, prejudiciais por viabilizarem a distribuição de informação muito facilmente e que, muitas vezes, tratam-se de informação prejudiciais àqueles que a obtem, além de que a utilização desses aparelhos contribuem com o sedentarismo. Porém, ao analizar-mos o quão prejudicial ao jovem são essas atividades neste aspecto, não seria coerente que se tirasse qualquer conclusão, já que os diferentes conteúdos apresentados aos jovens dentro de cada atividade diferente é relativo, considerando que oque os poderia tornar prejudiciais dependeria da interpretação do próprio jovem, e, obviamente, do próprio conteúdo.

Discutir as sub-categorías dos diversos critérios que esta questão pode apresentar é inútil e altamente desconsiderável, quando discutida a questão em sí: o difícil acesso que os jovens de cidades muito grandes e violentas têm à diferentes atividades recreacionais, além das disponíveis em casa
em casa.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Getting out of the closet again

Hoje começa a operação "salvar a vida dos meus pais". Eles precisam de um trauma que os faça abrir os olhos, ah sim! Já deu, não dá mais. Já que ninguém se prontifica, eu que o faça! Pelo bem deles.

o que custa tentar?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Contemplation

As férias já estão acabando... e o que posso dizer? Digo que esse bloco de dias livres de compromissos escolares me foi bastante constante, progressivo, intenso, saudável e... ah! Quem eu tô querendo enganar? Minhas férias foram maravilhosas, cara! Quanta coisa aconteceu... óh! Tem coisa que aconteceu no começo dessas férias e que quando eu paro pra pensar sobre, parece que já faz um semestre que aconteceram ou até mais! Fico feliz com isso...

E é uma época estranha, sabe? Volta às aulas, expectativa com o ano que na prática só começa agora, amigos passando no vestibular e indo embora (coisa que nunca havia me afetado antes, já que eu não tive contato considerável com pessoas de gerações anteriores à de 91), esse desespero por aproveitar ao máximo esse restinho de dias que me restam, enfim...

Acho que vou expressar um pouco da minha felicidade, como já é quase que de praxe aqui, né!? Então, é assim: amigos, amor, paz, sucesso, progreção, e por aí vai... É tanta coisa que nem sei como expressá-las, acho que deveria postar aqui mais freqüentemente, pra que os assuntos não se acumulem dessa maneira. Haha, mas é lógico que não, é óbvio que eu não dou a mínima por manter isso aqui integralmente completo.

Tô feliz e é isso, não vou expecificar minha felicidade mais, seria limitá-la. Quando eu ler isso aqui quero apenas me lembrar de que nessa época da minha vida eu fui feliz, nada muito além disso, qualquer coisa além pode ser inútil ou até mesmo nociva.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Wanmei zhenghuo

And i wasn't any of them, as well...
I'm so far away from it,
for I got no counciousness about the proportions.
Worthless indeed, not to be talked about, not anymore.

"mais il y a logtemps que je t'aime, jamais, je ne t'oublierai"

(...) even though this heavy fluid still burns and loosens a little bit on our newborn bondness, for my own will, not for it's own! Hope you (the other one, the real one) be patiente and help me healing myself. I know you will, you already do.

I'm not conflicting, i'm just remembering...


I feel i still don't belong to him, but that even so he does already belong to me, sometimes. I accept him, he perfectly fits me as the other part of me, so that i guess i do belong to him too... sometimes. I hope so.
Haha, imagine if we did belong to each other! Hahaha...

Now, seriously ignoring all my past experiences and prudently speaking: in fact i do am still getting used to it, and wanna know? I've been feeling myself as completed and stable as i've never dared to do before (or as far as i remember) and it's been rather pleasant :)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

At the brightiest side of the sun

E já se passaram 10 dias dês do dia primeiro deste ano, 10 dias que equivaleriam por bimestres de anos anteriores.

Não tenho feito nada de extraordinário... mas sejamos diferentemente prudentes, e aceitemos que, de certa forma, tenho sim! Sabe, devo alterar de vez esse meu padrão de negligenciar as coisas boas e deliciosas que faço, pelo "pointless" fato de serem boas e se distinguirem em demasia das as outras coisas que faço, já que me parece, até então, ao meu ver de adolescente, homossexual e psicótico, belo.
Ando bastante estabilizado, encaminhado, otimista e "zen". Não que eu nunca tenha sido assim antes, eu sempre fui assim, mas ultimamente tenho sentido um carinho "especial" pela vida, tenho visto a vida de uma forma mais concreta e simples, oque tem evidenciado essas minhas constantes qualidades.

Mas há ainda um buraco em mim, algo bastante fulo e absurdo, ridiculamente corriqueiro. Algo que me inspira, que me motiva, que me rege e que me consome há tempos! E essa coisa já está tão distante de mim, que chega a ser irracional o fato de ela ainda me afetar. Isso se não considerarmos o absurdo de ela um dia ter me afetado. Ela me tortura, me confunde e me bloqueia. Seria caso de psicólogo? Eu não entendo, ninguém entende... não passo um dia se quer sem que essa coisa me afete de alguma forma. Eu tento superá-la dia após dia sem ceçar, e nunca chego lá, pois creio eu que ela faz parte de mim, que ela está integramente ligada a mim, mas eu não a ela... talvez essa coisa seja nada além de um "alterego" que eu criei encima de um coitado, como em um dia eu já tive certeza.

Gostaria, do fundo do meu coração, de dar um basta nisso tudo, mas eu estou sozinho, a culpa é toda minha e não há nada, nada MESMO que possa ser feito... sinto-me sem solução, ainda que consciente de que pra tudo há uma solução, ou seja, sinto-me ridículo, nada muito além de ridículo.
Talvez eu precise conhecer melhor essa coisa, e assim, encontrar algo nela que permita que eu me distingua dela, ou que me una a ela de vez! Mas ela já é bastante inacessível, não completamente, mas a imensa barreira que a mantem longe de mim é composta de diversos fatores, incluindo meu orgulho e o bom senso da coisa: duas coisas de respeitosa notoriedade! Logo, não sei oque fazer, não sei oque pensar, não sei de nada... estou preso, e fim.

Agora ignorando meu lado adolescente, homossexual e psicótico, devo apontar o fato de estar suficientemente e verdadeiramente ligado a pessoas que me fazem o bem, que eu me identifico e que me fazem feliz. Pessoas incríveis, devo dizer... maravilhosas, que têm me surpreendido demais nos últimos dias. Me sinto bastante satisfeito! E há também uma pessoa alheia que ao longo de toda minha vida eu tenho conhecido, e que só agora eu aprendi a apreciá-la tão adequadamente quanto nunca (ou pelo menos tanto quanto minha memória ainda mantém registrado): eu mesmo! Gente, eu sou incrível, prontofalei. Nunca parei pra analizar bem, mas é claro que a força do meu pensamento é muito forte; eu consigo tudo, tudo que eu REALMENTE desejar, tudo! Haha, talvez eu mereça mesmo... (ah, a minha baixo estima é eternamente evidente, nunca deixe que eu ou que qualque outro ser se esqueça disso) E eu me amo, e fim!

*sente-se a se libertar aos poucos de seu maldito alterego que o consome, e portanto, sente-se esperançosamente feliz*

PS.: Contradições, watch out!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Último post de 2007

Resumidamente dizendo, esse ano foi um dos mais estranhos e importantes da minha vida. Aprendi a viver tão intensamente quanto nunca, em todos os sentidos. Várias coisas permanentes em minha vida ocorreram esse ano, tais como: me mudei pro COC, me assumi pros meus pais, fiz um muitos novos amigos dos quais eu nunca me esquecerei, voei de avião pela primeira vez, enfim, evoluí horrores esse ano! Mas ainda sim, o principal foram as pessoas; conhecí tanta gente tanta gente legal e que agora são muito importantes pra mim! Acho desnecessário citar nomes, eu simplesmente as adoro e fim.
É claro, não se esquecendo de todas as experiências "exóticas" que vivi, todos os shows, as viajens escondidas e não escondidas, os rolés, as crises, as leituras, hahaha, tudo, tudo, tudo... não me arrependo de nada do que fiz, e guardarei tudo pra sempre na memória, ou pelo menos tudo aquilo que o álcool permitir, né!

glittering~

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

"Filho" (entreaspas)

E pela primeira vez na vida meu conceito sobre o natal é alterado. Não sei se faz parte do meu amadurecimento, ou de sei lá oquê, mas antes me parecia algo tão familiar, tão carinhoso, tão... "especial", e agora não me passa de uma data hipócrita regida por emoções forçadas e estimuladas pelo comércio, em que as pessoas se esforçam ao máximo para compensarem toda a insensibilidade que tiveram ao longo de todo o ano em um único dia. Acho tão indigno que comprometam sentimentos tão intensos por causas tão egoístas, e o pior: nos enganando, fingindo estarem também enganados... e não que não estejam... mas enfim!

Não pretendo, apesar de tudo, fazer com que o dia 25 e dezembro me seja triste pelo simples fato de a ele ser atribuido todas as "qualidades" atribuidas ao conceito de "natal", e nem a encararei com indiferença; serei feliz... ou ao menos tentarei ser, como sempre! Acho que apesar de nem todo o mundo ser feliz, aqueles que de fato são deveriam contemplar tal condição como merecido, e não desperdiçar tempo vital com lamúrias inúteis pelos que não são! Se for pra sentir compaixão, que o faça EFETIVAMENTE, trabalhando para que a situação se reverta, caso contrário, qualquer demonstração de compaixão será inútil, e nada mais! E isso SEMPRE, em toda data, independente dos costumes do povo e das prioridades do comércio! :)

Ahhh amigos... de fato eu tenho amigos... e muitos! Sinto algo crescendo em meu peito, uma vontade de criar, de acontecer, de viver... e eu devo tudo, tudo MESMO a eles.