domingo, 25 de janeiro de 2009

La plage, le YEP, le dernier boulot

Isto aqui é apenas deixar registrado algum panorama geral de como estava minha vida no começo de 2009.
Descobri que terei de deixar o Kumon, meu emprego perfeito. Uma tal de lei de estágio mudou, impossibilitando a ABOMK (Associação de orientadores e mestres Kumon) de continuar contratando estagiários pelo CIEE, a empresa pela qual eu era contratado. É uma pena, mas ao menos tenho em plena consciência quanto proveito eu tirei dessa experiência. Com certeza, valeu muito a pena e estou muito grato, apesar de ter terminado há menos tempo do que eu esperava. Por outro lado, algo MARAVILHOSO aconteceu: surgiu-me a oportunidade de participar de um INTERCÂMBIO HIGH SCHOOL DE UM ANO pelo Rotary! Eu jamais ousei sonhar com algo do tipo, jamais! Está quase tudo certo, mas não vou pensar muito a respeito, nem por muita fé, apenas por precaução. É sempre melhor assim.
Estou na praia dês do dia 21, e vou ficar até o dia 28. Apesar do tempo ruim, está sendo bem gostoso e estou descansando bastante. Aqui li um livro chamado "Nascido em um dia azul - Daniel Tammet", e gostei muito, e também fiz vários bloquihos do Kumon do nível F. Quando eu voltar, terei meu último dia de trabalho no Kumon, então providenciarei meu passaporte e as observações da escola para que eu possa, enfim, entregar completo o formulário para o intercâmbio. Não sei quando minhas aulas começarão, ainda. Sei que muito da minha rotina escolar vai mudar, pois começarei a cursar o terceirão do COC, o que demandará muito estudo e aplicação, e que é no centro! Facilitará muito o meu transporte.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Abortion

Being raped and lack of conditions to raise a child are the most usual excuses that people take to justify an abortion, but a great percentage of those who abort, do it for having not prevented theirselves when having sex, and are too young to due with the responsability of becoming a parent. In spite of in some cases it seeming mercyfull to take this extreme decision, in others it's nothing but murder.
Being raped is the only excuse which's acceptable for justifying an abortion, 'cause having a baby is something that radically changes the life of anyone, and having it without an expontaneous will, and not having the guilt for having it is not fair. Also because children should come from a man and a woman who both agreed with good intentions to have it, and for someone whose father (or mother) is unknown, and the raising parent didn't really want to have him, sure feels unexplainably bad, and could well give charge to a clinical depression and who knows a suicide. What's more, these people also run the risk of being neglected by the raising parent, for a half of their genes comes from an unknown and mentally unhealthy person, and the memory of him/her may mean a great trauma.
About those who are truly guilty for becoming pregnant; they should have their cases examined particularly, but generally speaking, those who have conditions to raise the child should not be allowed to abort it, and also should be monitored by the government, and live under the risk of being fined or arrested if they don't take care of the child. Those who have not the condition to raise the baby should be allowed to abort it, and be sterilyzed right after.
Resuming what've just being said, those who were raped should have the right to abort, those who haven't the condition to raise the child should also have the right to abort, but should be sterilyzed too, and those who have conditions to raise the child shouldn't be allowed to abort, and also should be monitored by the government for checking if they are properly raising the child. That's my opinion.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Sermãozinho metafísico

Os egos não passam de borbulhações na superfície plana entre o nada e a infinidade do logos, que emergem e tão brevemente retornam à sua origem. Sendo o logos infinito, tais borbulhações compoem a inifinidade do logos junto com todo o infinito resto do logos além dos egos. Conclue-se, então, que os egos são delimitações temporárias do logos que formam o conjunto infinito das delimitações temporárias do logos que, de fato, não são nada além do logos em si. O que se aproveita disto tudo? Que não há, por exemplo, distinção entre vida e morte; entre sempre e nunca; entre finito e infinito. Que não há razão para a razão e sequer irrazão para a irrazão. Que não há porque nos esforçarmos para entender aquilo não entendemos, pois tudo que deve-se fazer em relação ao que não se faz já esteve feito des de sempre. Façamos, então, aquilo que nos é tangível, apenas. Somos todos deuses supremos de si próprios e não há nada que esteja além de nós mesmos. A realidade de cada um não existe aparte de sua existência em si. Jamais caia cegamente na subjetividade de projetar ao futuro idealizações para a vida ou de nutrir especulações de como o passado poderia ter sido diferente. Todo agora que há de existir existe e sempre existirá. Aprenda a reconhecer e a viver plenamente o seu agora, não dispendiçando-o com adorações a "agoras" imaginários, mas claro, isto tudo caso tais ilusões não o fizerem bem, como é, freqüentemente, entre a maioria. Tomo base pela maioria não a favor de convenções, mas sim visando a única, e por si só já suficientemente justificável "vantagem" exibida pela mesma quando empregada: a maior abrangência. Sendo assim, quanto aos casos a parte, que saiabam interpretar suas próprias verdades, que de uma forma ou outra, serão sempre simétricas a todas as outras.
Sintetizando muito o que foi dito anteriormente e discursando-o de uma forma mais prática e aplicável ao dia-a-dia: caso você se encontre conflitando com algo comprovadamente imutável perante as suas potências, saiba que o conflito encontra-se no seu próprio ponto de vista, e não no objeto de sua queixa. Muitos já ouviram várias vezes e em diversos lugares o mesmo, e de incontáveis formas diferentes, certamente. Apesar de dificilmente concebidas, verdades absolutas são indestrutíveis e onipresentes.

A felicidade; a positividade, seja qual for o seu semblante, é o padrão.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Castration

Não concordo com o sexo. Querendo ou não, ele é sempre polarizado em todas as suas incontáveis vertentes, não excluindo a neutra, que não passa de mais uma polarização. Morro de nojo, mas necessito. O bom subtrai o ruim e o que me resta é a angústia, apenas. Como ser mais claro? Não sei ser homem, não sei ser mulher, não sei ser gay, não sei ser lésbica. Nunca fui nada, senão instavelmente gay. É possivel ser feliz sem o sexo? Se for, mostre-me como. Por favor.


PS.: I'm just kidding. (/brinks)

terça-feira, 25 de novembro de 2008


Imagine que a vida e o mundo fossem perfeitamente exemplificados como um ovo, sendo a vida a gema, e o mundo a clara. O que seria, então, a casca? E quanto ao meio externo?

A sabedoria, algumas loucuras e a morte seriam o martelo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Delikatessen

Hoje na aula fiz 2 poeminhas pensando em meus pais; um para cada um, é claro. Aí vão:

À mon père

Corre, pequeno merecedor.
Deixe que suas lágrimas,
tão densas e viris,
por fim escorram.
Estende teu peito nu ao Sol,
que por gozo nenhum jamais arfou.
Corre nessa praia ensolarada
em direção àquilo que sempre lutou
e, finalmente, pequeno merecedor,
tropece esvaído, gordo e querido
nessa areia quente
e morre, satisfeito, sobre teu mérito.

À ma mère

A primavera brotou
da terra úmida e morna,
cercada por musgos aveludados
e abutres albinos.
Cortavam-lhe as pétalas
rosa salmão, translúcidas
e se quer assistiam as suas delicadezas;
suas raíses tão profundas em si.
A primavera que não dava frutos
viu seus dois, um vingar torto
e o outro florescer azul.
A primavera secou e queimou.

Just updating

Muito do que eu disse no post do dia 28 de Julho não passa de pura inocência. Digo isto por hoje, após quase quatro meses, eu ter percebido o quanto o meu trabalho antigo era ruim, que eu deveria sim ter me preucupado em perder o emprego pelas aulas de redação, pois foi justo o que aconteceu e que meu sonho de mochilar pela europa, apesar de por algum tempo ter parecido tangibilíssimo, hoje já estar bem distante em conta da crise econômica que aumentou o preço do dólar.

Saí do emprego anterior e comecei a trabalhar em uma unidade do KUMON, e este emprego sim, com segurança e experiência, posso afirmar que é PERFEITO. Nele estou sempre aprendendo sobre matemática, português e inglês, pois além de corrigir materiais destas matérias, por trabalhar lá, ganhei um curso de matemática. Lido com crianças e pessoas da minha faixa etária, o que é muito mais confortável. A carga horária é menor que a do emprego anterior (que era das 8:00 ao meio dia, enquanto este é das 8:00 às 11:30), sem dizer que a unidade nunca abre de quarta feira. A unidade é pertinho da minha escola, assim minha mãe pode me levar de carro até lá quando leva meu irmão de manhã na escola, e a orientadora me leva de carro até a escola na hora do almoço. O salário é exatamente igual ao do emprego anterior. E não menos importante, a orientadora, ou seja, minha "chefe": ela é um amor, simplismente.


Mudei de sala, fui para uma muito melhor e estou estudando como nunca!