segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Pois um novo ciclo há de ter começado

Relí meu blog desde o primeiro post hoje, e sabe... na maioria das vezes que eu pegava algo antigo meu para avaliar, eu acabava com o peito pesado e uma sensação de "vivi errado" absurda, mas dessa vez me foi bom. Relembrei de momentos deliciosíssimos que vivi, e me (re)toquei do quanto o tempo tem passado de pressa. Parece que todas aquelas coisas aconteceram ainda ontem! E WOW! Minha vida mudou demais! Tô virando adulto, e isso assuta um pouco. Tenho uma autonomia incomparavelmente maior hoje em dia, o que fez com que minha rotina mudasse DEMAIS. Claro, a meu gosto, só que ainda sim o processo não é plenamente agradável, já que na minha infância/pré adolescência eu vivi sobre regras dos meus pais, e por mais difícil que tenha sido, me acostumei a viver sobre elas.

No geral, senti que no começo as coisas convergiam para um certo ponto, até que tal ponto foi alcançado, estabilizado, e subitamente tudo tomou um rumo assaz contrário, porém nada retrógrado, obviamente.

Voltando ao presente, tenho adquirido um hábito meio chato de ignorar meu relógio biológico e NÃO DORMIR. Simplesmente não durmo mais, a não ser quando o sono é insuportável. Não tenho estudado direito, e sabe o que mais? Não estou nem aí. Não vou dar meu sangue para poder me adequar à essa sociedade a qual não tenho dúvida alguma de que não pertenço. Se eu passar no vestibular, ótimo! Se eu não passar, paciência... E quanto ao intercâmbio, ainda nada.

O fórum yaoi que criei junto com o Milz tem me rendido algumas risadas, e a companhia dos meus amigos tem sido cada vez mais necessária. Fomos no parque de diversão esse sábado e foi mágico! Jamais esquecerei daquele dia. Estive com exatamente as pessoas que mais têm me feito bem esses tempos num lugar voltado apenas à obtenção de prazer não-carnal. IDEAL!

Hoje algo que há um certo tempo já deveria ter acontecido aconteceu, e me bagunçou um pouquinho. A coisa é fútil, porém fundamental. No momento não concluo nada, resta esperar para ver.

É isso... não vou deixar uma última mensagem de otimismo porque agora estou cansado. E que fique claro: apenas porque AGORA estou cansado.

sábado, 5 de setembro de 2009

Oi?

Eu gostaria muito, muito, muito de retratar com a maior precisão e menor quantidade de linhas possível o que sou hoje.

Se eu pudesse modelar a forma em que me sinto (e não a que me vejo) de forma extra-corpória e puramente sinestésica, descrever-me-ía como uma bolha densa em seu interior, porém sublime nas periferias, com indefiníveis objetos submersos em si; dentre eles: plantas, uma quantidade exorbitante de ideogramas chineses - que irradiam carinho -, mapas, bolinhas coloridas, bastões de gel translúcido e colorido, travesseiros suados, pães, e... mesas circulares de ferro pintado de branco. No núcleo - muito pesado, gelado e húmido - sinto textura de terra - inclusive cheiro de terra -, sei que há muito ali enterrado e não vejo receio de revirá-la, porém não o faço jamais. Sinto vapor de água morna e muita, muita saudade. Grande ímpeto de ajoelhar-me por entre a núvem de coisas e permitir que a mesma me recubra e me aqueça. Há uma notória atmosfera positiva. A terra parece fértil e dela brota tudo que eu quiser, inclusive plantas. Muitas plantas. Todas amicíssimas, que crescem e me acariciam as bochechas antes de ascenderem à superfície.

Eu sinto grande saudade de algo que nunca foi. Eu sinto saudade da saudade. Tem cara de tempo perdido, mas eu decididamente não quero acreditar que seja, e minha vontade é lei. A vontade de vomitar meus ossos se foi - e nem é que tenha durado muito. Às vezes tenho vontade de viajar; às vezes de me dedicar ao máximo na minha formação. O que eu quero mesmo é companhia, toque humano. A carne não me alimenta mais de maneira alguma. Eu preciso me alimentar do que há além da carne, eu acho. Não há nada que eu possa fazer por mim; eu dependo de outro(s), e não vejo fraqueza nisso; é natural. Fraqueza seria não admitir. Seria bom se alguém revirasse minha terra, penso eu, e que nela plantasse o que quisesse. Eu não me importaria que depois colhesse tudo que crescesse e pegasse para si, apenas. Nem que esgotasse meus nutrientes e depois me esquecesse, contanto que o fizesse... É essa minha natureza. Ou pelo menos é assim que a sinto no momento.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Bin qi ling

Eu perdi o senso de "rotina" completamente, o que tem me rendido algumas faltas à escola :/ Mas eu tenho estudado bem... se não fosse a ocasional inoperabilidade da internet de casa, poderia dizer que ótimo! Mas enfim... decidi que quero engenharia biotecnológica na UNESP de Assis, e acredito ser essa minha decisão final. Quero muito, muito ir pra Taiwan, também... ah!

zai ti hua ~Mavis fan - Ying Wei

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Desorganização

Droga... faltei 4 (!!!) dias seguidos na escola com a promessa de ao acordar estudar o dia todinho e compensar as aulas perdidas, mas não teve jeito, passei o tempo TODO na frente do computador. Que saco! É incontrolável! O mesmo quanto dormir cedo; não consigo, simplesmente. Mesmo quando eu finalmente desligo o pc e me deito, é insuportável a tentação de pegar algo para ler, e só de fato ir dormir lá pelas 7:30 da manha. Não sei o que fazer... Enfim, não tenho estudado, não concretizei meu intercâmbio até agora e me sinto sem rumo. Sabe o que há de mais curioso nisso tudo? É que tenho me sentido muito bem. :)

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Minha língua























Desde meados da quinta série eu venho desenvolvendo uma língua própria. Não faço ideia do porquê, mas ela existe, e com ela existe também um sistema de escrita. Tentei passar para o paint algumas noções bácias de como esses sitema funciona, e aqui estão.

domingo, 2 de agosto de 2009

Exemplo de como masturbo minha mente

Gostaria muito de saber no que consiste a paz de espírito, se é que ela existe e quem dirá se é, de fato, benéfica. Vejo-a, por hora, como um estado em que não se sente mais os obstáculos da vida, que de fato deixam de causar dano, e então pode-se seguir a trajetória do tempo sem turbulências. Mas, como é facilmente perceptível, quanto mais fluidamente se vive, mas rápido o tempo passa. Então não seriam os obstáculos da vida aquilo que nos freia, permitindo-nos desfrutar mais do tempo? Dessa forma, viver fluidamente não significa viver bem, ou seja, os obstáculos são, no fim das contas, benéficos e parte integral do mecanismo que a vida faz uso para movimentar-se ao longo da história.
Talvez o que não me permita entender o que é a paz de espírito seja o meu conceito de obstáculo, que agora me parece generalista demais. Devem existir aqueles obstáculos que nos freiam, que simplismente "fazem parte" e aqueles que causam dor sem ganho algum. Existe dor sem ganho algum? Até agora não noticiei vantagem alguma em sentir certas dores tão intensamente e por tanto tempo. Seria insensibilidade minha? E mesmo que seja, qual seria a vantagem de se ter vantagens se não se pode percebê-las? Há algum furo nisso tudo o qual hei de tentar encontrar.
Alguns definem a paz de espírito como a ausência de culpa. Faz sentido. Mas o que é a culpa? De acordo com filosofias por mim recentemente adotadas, a culpa anda lado a lado com o conceito de "pecado". Pecado, para algumas religiões, são proibições pré-estabelecidas e absolutamente inflexíveis que dizem por em jogo bens de valor inextimável, como o destino da própria alma após a morte, quando desrespeitadas. Um sujeito que desrespeita alguma dessas proibições comete um pecado. Ao meu ver, o pecado é o desrespeito às proibições que estabeleço em minha vida para assegurar minha saúde e minha PAZ DE ESPÍRITO; "rédeas" que imponho a mim mesmo. Para mim, são altamente flexíveis. Mas enfim, a culpa é o que se sente quando se comete um "pecado". Será mesmo a paz de espírito composta pela simples ausência de "pecados"? Parece difícil que seja tão simples assim.
Mas pode ser que eu esteja confundindo paz de espírito com felicidade... A paz de espírito é, provavelmente, apenas um requisito para que se possa ALCANÇAR outro estado superior de existência, mais conhecido como felicidade. Agora faz mais sentido; nas gradações ascendentes da existência, a felicidade vem depois da paz de espírito, e a paz de espírito só é alcançada quando não se sente culpa, e a culpa é relativa, pois deve ser usada de forma única por cada indivíduo como medida para que se evite agir autodestrutivamente. A culpa má empregada gera sofrimento de baixíssimo "valor", e consequentemente ocasiona no indivíduo agir autodestrutivamente, afastando-o da paz de espírito tal como da felicidade. Vejo aí um consenso.

Souvenir à-toa

Após um exaustivo dia de puro ócio, encontrava-se aniquilando o que restava de tempo até que caisse em sono diante do computador. Assistir à mudança gradativa dos tons de azul do céu à medida em que o dia ia-se embora, da janela do seu quarto, o angustiava. Mexer no computador resumia-se em tudo que lhe restava fazer além de dormir e estudar, duas atividades as quais ele honestamente não seria capaz de praticar em tal ocasião. E então, muito inexperadamente, todo o tempo que ele disperdiçara online fez-se justificável; um garoto que havia conhecido há um mês atrás e que havia ido a outra cidade em uma viagem, portanto esteve ausente desde então, logou. Disse que voltara definitivamente para a cidade, e que estava com saudades. Que não deixou de pensar nele durante todo o tempo e que ele até esteve em dois sonhos seus, um sem muito nexo e outro cujo bons modos não o permitiam entrar muito em detalhes a respeito. E seguiram conversando noite a fora, a conversa ficava cada vez mais envolvente e a cada segundo reafirmavam algo que já tinha percebido: que tinham, de fato, muito em comum. O Sol já despertava quando decidiram deslogar e ir dormir. Se despediram para nunca mais entrarem em contado, de qualquer natureza, novamente.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

My evil shadow dove, my black Palomito

Não importa quão estúpido possa parecer, mas direta ou indiretamente eu sempre lhe farei carinho.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

It simply works this way

Until now, I should say, I'll never be able to explain how and why I do feel so peace-minded when I find myself bent over my own in the corner between my room and the bathroom, on these leather boots, listening to Passive Agressive by Placebo.

Cirurgia - 26/06

Passei a noite de quinta-feira passada em branco, para que estivesse disposto na madrugada de sexta-feira e não me atrasasse ao estar no hospital com minha mãe às 6:00 da manhã. A cirurgia foi marcada na verdade para as 7:00, mas até que chegássemos lá, verificássemos todos os documentos, me sedassem, e não nos atrasássemos, precisaríamos de no mínimo uma hora de antecedência. Pois bem, o processo de verificação de documentos demorou por volta de meia hora, o que permitiu com que minha mãe começasse a me contar diversos casos de seus tempos de faculdade e não terminasse nenhum. Um enfermeiro me levou até uma salinha ao fim de um longo corredor, lá despi-me, vesti um avental com um roupão por cima e fui levado até uma outra sala, esta própria para cirurgia. Deitei-me numa maca e uma enfermeira negra, muito simpática, veio furar meu braço com um catéter. Ela errou o furo, que doeu muito, e teve que chamar outra enfermeira para furar denovo. Depois veio a anestesista que aplicou a anestesia em mim. Não lembro de mais nada. Acordei suavemente e logo percebi que estava em outro recinto. Procurei alguma dor ou encômodo, para checar se já haviam realisado a cirurgia, e encontrei. Minha garganta doía muito, estava cheia de sangue, e por mais que eu quisesse cuspí-lo, não conseguia, pois meus nervos vibravam a qualquer movimento que eu pensasse em fazer. Passei esse período todo meio fora de si, o tempo passava muito rápido. Enfermeiros vinham o tempo todo me medicar. Ouvi várias vezes um paciente ao meu lado gemendo de dor, e os enfermeiros dizendo que não podiam fazer mais nada, pois já haviam administrado morfina nele. Dormi bastante. Um enfermeiro trouxe-me uma gelatina e um suco para beber, hesitei a primeiro instante, mas acabei comendo os dois. Doeu muito. Mais tarde fui levado a uma outra sala e lá dormi, creio eu, que por várias horas. Acordei com minha mãe me acariciando. Tentei falar com ela, mas minha boca simplismente não respondia, portanto virei-me e dormi denovo. Eu sentia muito, muito sono. Ao meu lado estava um bebê que havia operado algo do coração, acho, com sua mãe. Eles falavam o tempo todo. No fim do dia levei alta. Eu e minha mãe passamos na farmácia e compramos vários remédios prescritos pelo médico, e então fomo para casa. Em casa tomei uma sopa, os vários remédios e dormi. Passei o sábado, o domingo e a segunda basicamente dormindo, tomando remédio, sentindo dor e às vezes mechendo no computador ou estudando. O que mais me surpreendeu neste processo todo foi que meu sonhos foram todos muito reais e consistentes, palpáveis, porém nada muito significativos. E foi assim que eu deixei de ter amígdalas.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Concentração de poder

Tal como citou Nietzsche, "onde encontra-se uma criatura viva, encontra-se também desejo de poder", e o ser humano, assim como qualquer outro ser vivo, busca dominar ao máximo tudo que o cerca. A partir deste princípio, ao analizar-se os componentes das sociedades atuais correspondentes a esta questão, vê-se que a relação de poder entre os homens é muito intensa, e em alguns pouquíssimos, porém muito abrangentes casos, gritantemente desproporcionais, quando em comparação com a forma em que o fluxo de influências ocorrem na natureza aparte do homem.
As leis, os vestibulares, os costumes locais, a moda e as religiões são exemplos de mecanismos pelos quais grupos muito reduzidos influenciam grandes massas. "A religião é ótima para manter as pessoas comuns caladas", disse Napoleão, exemplo de alguém que possuia um poder muito grande sobre incontáveis pessoas de diversas nações ao longo de muito tempo, cuja influências perduram até hoje.
O que faz com que tais desproporcionalidades nas relações de poder existam e mantenham-se estáveis é, muitas vezes, o desconhecimento dos influenciados quanto a influência em si. Isso acontece no caso da moda, por exemplo, quando um empresário que lida com tecidos, através de contatos, faz com que um determinado tipo de tecido não muito utilisado antes seja usado por estilistas importantes na confecção de roupas apresentadas em grandes desfiles, e passe assim a ser muito consumido, e os consumidores que compram o tecido muito dificilmente têm conhecimento do porquê dele ser, dentre tantos tipos, justo aquele.
Costumes descriminatórios que exploram ou desvantageiam minorias, são exemplos de influências oriundas de poucos sobre muitos que apenas colaboram com a disseminação das injustiças e ignorância, ou seja, influências negativas. Contudo, ainda há algumas que agem beneficamente nas sociedades em geral. É o caso leis, que permitem a existência de uma ordem e justiça mais elevada. Outras, ainda, são indiferentes, como algumas propagandas.
Contanto que não sejamos completamente alienados e tenhamos consciência ao menos da maioria das influências que nos são impostas, e com isso saibamos discernir aquelas que nos são maléficas, benéficas e indiferentes, pode-se considerar essas desproporções nas relações de poder como catacterísticas tipicamente humanas, ou seja, naturais e não prejudiciais, pois a inteligência, a vontade de poder e a capacidade de se sobressair aos outros é, de fato, comum aos homens. Porém, quanto à ignorância e a passividade às influências alheias, não pode-se dizer o mesmo.

terça-feira, 24 de março de 2009

Renewing

Hoje completei 17 anos. Em comemoração recebi os parabéns de diversos amigos, e a noite meus pais me levaram para jantar comida japonesa e depois tomar sorvete.

Sinto-me renovado e temporariamente especial :)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Never to forget

Without death, life is a meaningless concept and without life, death is also a meaningless concept.

Fruto oco

Via flores e frutos eclodirem viçosos, coloridos e espontâneos por todo o jardim a sua volta. Cospúsculos gordos, suculentos, pesados e saborosíssimos a se pendurarem aos seus ramos, arqueando-os por tanta fartura, e sendo jamais menos desejados por tudo e todos. Eram indubitavelmente valiosos. Aquele espetáculo de saúde por momentos segurava-o pelo mais puro gozo estético; a vida pulsava ao seu redor, emanando calor e perfume que penetravam em seu ser, devolvendo-o o que ia-se com o tempo. Vislumbrava seu bem estar, tal que levou-o a reparar nos outros, e a pôr-se em seus lugares: produzindo e recebendo. Como devia ser bom produzir, e ver algo tão divino vindo de si, e todos se sentirem bem às custas disso. Enrijeceu suas fibras e de sua matéria brotou, seco e a grande custo, uma bolha. Assim que projetou-se por completo desprendeu-se e caiu, rasgando-se em duas e exbondo o nada que a preenchia. Bastou que a noite caísse para que centenas de formigas fizessem juz às cascas, que até então não tinham deixado de sê-las, pois jamais tinham sido algo além do que já eram e que sempre seriam. Como era igualmente bom produzir, e ver algo tão divino vindo de si, e ao menos alguns se sentirem bem às custas disso.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Apenas atualizando

Não vou conseguir postar sempre aqui, como eu desejava. Enfim, descreverei meus últimos dias:

Ultimamente tenho me esforçado para ir cedo a escola estudar, porém só o fiz ontem, e pretendo seriamente fazê-lo denovo hoje, depois de amanhã e no sábado também. Eu e o Hy voltamos (... é, depois de tudo!), e estamos bem. Hoje eu fui numa reunião do Rotary Club Ribeirão Preto, e sinceramente o começo foi chato. Meu pai foi injustamente estressadinho comigo, minha mãe ficou fazendo cara feia pra tudo, mas depois que meu pai foi emboram minha mãe resolveu ficar "legalzinha", só que ainda sim tivemos que aguentar mais ou menos 2 horas de gente discursando, dentre elas a prefeita da cidade, a Darcy Vera (que foi, de fato, a única que eu realmente apreciei ouvir). Depois de tanta espera veio a recompensa: um delicioso jantar árabe com diversas sobremesas logo após. Depois de jantar muito bem, conversei com o Clóvis, presidente do clube, e ele se prontificou em tomar conta das últimas providências para que meu intercâmbio se consolide. Estou feliz.
Agora vou dormir, pois amanhã tirarei inúmeras dúvidas de matemática (todas acumuladas da semana passada), e farei o máximo para que eu me afunde em estudos o dia todo.

Dos vidaniya!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Período de carnaval

Tentei mudar o layout do blog, pra tentar deixá-lo menos frio, mas não consegui.

Dando procedência: custou caro, daqui a alguns meses eu vou pagar por isso, mas enfim tudo voltou aos eixos. As únicas coisas que me preocupam agora são a escola e o intercâmbio. Não muito, devo admitir, já que ambas as coisas andam razoavelmente bem. O que acontece é que ainda faltam DUAS etapas para que eu consolide meu intercâmbio de uma vez por todas, sendo ir numa tal reunião do Rotary, onde por sorte eu conseguirei 3 famílias voluntárias para hospedarem o ser que virá pra cá no meu lugar, e me surgir uma bendita vaga, coias que, teóricamente, são simples, e que eu tenho muita matéria acumulada pra estudar... Alias, tô gostando da escola esse ano, tô satisfeito com a forma em que as coisas estão caminhando lá.
Lembrei de mais uma preocupação! PERDI MINHA CARTEIRINHA DO COC logo na segunda semana! Amanhã (lê-se hoje) vou botar minha casa de ponta cabeça para encontrá-la, caso contrário terei de pagar o mico de aparecer na diretoria pela terceira vez (em duas semanas!), e ter que pagar 20 reais mais o preço da foto 3x4 para refazê-la.

Por enquanto é só isso... cachorrinho bebum, fidido e molhado tá cachorrinhando cachorrinhadamente desde ontem, e tá me fazendo feliz e me acalmando. Enfim estou calmo, e vou botar fé em toda essa minha calma, pois sei (quero muito acreditar) que no fim tudo dará certo!

/pitada generoza de pensamento positivo

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Le printemps dernier

Il commença au moment que le vent me souffla le cou pour la première fois cet après-midi, tandis que je le regardais se diriger vers sa voiture blanche garé à côté de ma maison. Il y entra et resta là en me regardant à travers de la glace quelques instants. Le vent me souffla le cou de nouveau et me chuchota à l'oreille ces petits verses: regarde mes yeux pleins d'amour pour toi; je te garderai toujours dans mon coeur. Je baissai la tête et remarquai qu'il y avait de nombreuses pétales jaunes par terre. Il disparut, enfin, au long de la route.
Je rentrai à la maison, je m'assis sur une chaise de la cuisine et puis je composai ce petit poème:

Regarde mes yeux pleins d'amour pour toi,
je te garderai toujours,
mon homme, mon prince, mon petit chien,
toujours dans mon coeur.

et je pleurai...

Ce ne fut pas vraiment la dernière fois que je l'eus devant mes yeux inondés d'amour liquide, qui à la fois ne devinrent pas aussi secs et aussi vides que j'y croyais à ce moment-là. Bien sûr, ce ciel-là devint noir, cette exacte chaleur du soleil qui me baisait la joue avec tant de douceur en me consolant ne m'y toucha jamais plus, le vent s'arrêta et bien sûr, cette histoire ne passa à exister que noyée dans les sombres profondeurs de ma mémoire. Le temps m'a beaucoup appris.

Et encore avec le temps, le ciel deviendra clair, la chaleur du soleil me caressera les joues et le vent me soufflera le cou, juste comme avant. Le prochain printemps s'annonce...

domingo, 25 de janeiro de 2009

La plage, le YEP, le dernière travaille

Isto aqui é apenas deixar registrado algum panorama geral de como estava minha vida no começo de 2009.
Descobri que terei de deixar o Kumon, meu emprego perfeito. Uma tal de lei de estágio mudou, impossibilitando a ABOMK (Associação de orientadores e mestres Kumon) de continuar contratando estagiários pelo CIEE, a empresa pela qual eu era contratado. É uma pena, mas ao menos tenho em plena consciência quanto proveito eu tirei dessa experiência. Com certeza, valeu muito a pena e estou muito grato, apesar de ter terminado há menos tempo do que eu esperava. Por outro lado, algo MARAVILHOSO aconteceu: surgiu-me a oportunidade de participar de um INTERCÂMBIO HIGH SCHOOL DE UM ANO pelo Rotary! Eu jamais ousei sonhar com algo do tipo, jamais! Está quase tudo certo, mas não vou pensar muito a respeito, nem por muita fé, apenas por precaução. É sempre melhor assim.
Estou na praia dês do dia 21, e vou ficar até o dia 28. Apesar do tempo ruim, está sendo bem gostoso e estou descansando bastante. Aqui li um livro chamado "Nascido em um dia azul - Daniel Tammet", e gostei muito, e também fiz vários bloquihos do Kumon do nível F. Quando eu voltar, terei meu último dia de trabalho no Kumon, então providenciarei meu passaporte e as observações da escola para que eu possa, enfim, entregar completo o formulário para o intercâmbio. Não sei quando minhas aulas começarão, ainda. Sei que muito da minha rotina escolar vai mudar, pois começarei a cursar o terceirão do COC, o que demandará muito estudo e aplicação, e que é no centro! Facilitará muito o meu transporte.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Abortion

Being raped and lack of conditions to raise a child are the most usual excuses that people take to justify an abortion, but a great percentage of those who abort, do it for having not prevented theirselves when having sex, and are too young to due with the responsability of becoming a parent. In spite of in some cases it seeming mercyfull to take this extreme decision, in others it's nothing but murder.
Being raped is the only excuse which's acceptable for justifying an abortion, 'cause having a baby is something that radically changes the life of anyone, and having it without an expontaneous will, and not having the guilt for having it is not fair. Also because children should come from a man and a woman who both agreed with good intentions to have it, and for someone whose father (or mother) is unknown, and the raising parent didn't really want to have him, sure feels unexplainably bad, and could well give charge to a clinical depression and who knows a suicide. What's more, these people also run the risk of being neglected by the raising parent, for a half of their genes comes from an unknown and mentally unhealthy person, and the memory of him/her may mean a great trauma.
About those who are truly guilty for becoming pregnant; they should have their cases examined particularly, but generally speaking, those who have conditions to raise the child should not be allowed to abort it, and also should be monitored by the government, and live under the risk of being fined or arrested if they don't take care of the child. Those who have not the condition to raise the baby should be allowed to abort it, and be sterilyzed right after.
Resuming what've just being said, those who were raped should have the right to abort, those who haven't the condition to raise the child should also have the right to abort, but should be sterilyzed too, and those who have conditions to raise the child shouldn't be allowed to abort, and also should be monitored by the government for checking if they are properly raising the child. That's my opinion.